Meus filhos amados!
Nada fere tão profundamente a dignidade da pessoa humana do que a castidade colocada em desordem moral. Deus é amor e, ao criar o homem e a mulher, colocou-os coesos, para que reconheçam, cada um, sua identidade sexual, dando-lhes dignidades individuais para que, guiados por este amor, possam crescer e se multiplicar.
A castidade eleva a condição do homem e da mulher, e o estado de vida composto por ela personaliza aquilo que o Senhor Deus criou como regra básica para a vida afetiva, dentro dos limites das leis morais. Qualquer desvio destas condições cons-titui ofensa à castidade.
Meus filhos, como a humanidade se deixa comandar pela luxúria, fornicações, pornografia, prostituições e práticas contrárias à natureza, me escandaliza e me assusta!
Tenho que ressaltar aquilo que meu filho Jesus tanto enfatizou: a indissolubilidade do matrimônio, como regra vinda do nosso Pai querido, que está no Céu; portanto, o adultério ou o divórcio constitui ofensa ao que Deus uniu.
Isto tudo os coloca à beira do abismo, pois compromete a continuidade da espécie, elimina da face da terra o auto-domínio e extingue-se, por completo, o conceito de sexualidade, da forma como foi instituída pelo Criador.
Caríssimos, cultivem o hábito da castidade, nela reside a pureza do coração, alavanca que impulsiona a alma para Deus.
Obrigada por terem atendido ao Meu chamado. |